
Cada tatuagem, uma história única
Cada elemento, um sentimento.
Ideia inicial

Laís me procurou com o desejo de reformular uma tatuagem já existente, mantendo o significado original, mas trazendo mais beleza, presença e completude ao desenho.
A tatuagem atual é uma releitura de um símbolo celta ligado à maternidade, criada inicialmente para representar ela e sua primeira filha. Na época, ela já havia deixado um espaço planejado para a chegada do segundo filho — que hoje já nasceu — e agora deseja acrescentá-lo à composição para que a arte represente a família completa.
Além disso, Laís compartilhou que o resultado da primeira tatuagem não saiu como esperava: o desenho ficou pequeno e apagado, e o estilo de aquarelado que imaginava não foi alcançado.
As flores, que deveriam ter destaque e delicadeza, também não traduziram a ideia original.
Por isso, seu desejo agora é ampliar o desenho, valorizar as flores, dar mais vida ao aquarelado e tornar a arte mais marcante e harmônica.
Durante a conversa, ela contou algo especial: alguns anos atrás, em um evento em Cabo Frio, tinha a intenção de fazer essa tatuagem comigo.
Mas ao chegar ao local e saber que eu ainda não havia chegado, acabou realizando a arte com outro profissional.
Agora, ao decidir reformá-la, sentiu que era o momento certo de retomar o plano original e concretizar esse projeto exatamente como havia imaginado desde o início.
Inspirações
Ela me mandou a foto da tatuagem que desejava cobrir e algumas fotos de como é o símbolo que ela se inspirou, e como ela gostaria que a pintura se assemelha-te. Algo no estilo aquarela, e um destaque maior aos contornos.

O conceito
Algumas histórias começam no tempo errado — e tudo bem.
Quando Laís decidiu eternizar na pele o símbolo da maternidade, seu plano era que essa tatuagem fosse feita por mim.
Mas o destino, com seus desvios e esperas, fez com que isso não acontecesse. Ela acabou realizando a arte com outro profissional e, por anos, carregou esse símbolo no braço.
Mas algo nela nunca ficou completamente satisfeito.
O desenho estava ali, mas não representava tudo o que ela sonhava. Era pequeno, apagado e não trazia a leveza nem a força que ela imaginava quando pensou nessa tatuagem pela primeira vez.
Com o tempo, a vontade de recomeçar cresceu.
Quando nos reencontramos, a intenção era clara: ressignificar sem apagar a essência. Laís queria manter o símbolo celta que representa a conexão com os filhos — a primeira filha, que já estava ali desde o início, e o segundo, que agora também faria parte da história.
Mas, mais do que isso, ela queria dar vida ao que ficou incompleto: ampliar as flores, trazer cor, movimento e a delicadeza do estilo aquarelado que sonhou lá atrás.
O resultado é mais do que uma cobertura: é a concretização de uma ideia que ficou guardada no tempo e, finalmente, pôde florescer.
Hoje, essa tatuagem carrega o mesmo significado de antes — família, amor e maternidade —, mas agora nasceu exatamente como ela sempre quis: no tempo certo, com quem ela queria, e do jeito que ela sonhou.
O projeto

A tatuagem



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